quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Quem sou eu como professor aprendiz

Por: Patrícia De Campos Corrêa

O trabalho tem se tornado desafiador a cada dia e, neste sentido a profissionalização precisa estar de "mãos dadas" com a formação continuada, mas só isso não garante o desenvolvimento de um bom trabalho nem um bom desempenho do aluno, posto que, entendo que o comprometimento com o trabalho é essencial, é preciso estar alegre, satisfeito com o seu fazer pedagógico e empolgado, entusiasmado pelo trabalho.
Assim, me propus a participar de cursos no NTE para o preenchimento de lacunas na minha formação e melhor atender essa geração do "apertar botão" de alunos, uma vez que, são usuários de games, celulares, internet. Penso que deste modo poderei estabelecer uma melhor conexão com essa nova geração do "apertar botão' e me fazer compreender.
Deste modo, tento gerenciar minhas aulas no sentido de envolver esse aluno, mas nem sempre tenho êxito, daí a necessidade de utilizar uma diversidade de técnicas e instrumentos para alcançar os variados tipos aprendizagens de alunos. assim, realizamos experimentos científicos no laboratório multidisciplinar, visitas técnicas a ambientes que propiciem uma aprendizagem voltada para aplicações de teorias estudadas e observação para descobertas.
No projeto no qual estou trabalhando temos a oportunidade de realizar reuniões semanais pedagógicas e, neste diálogo aprender com os colegas de trabalho.
Qualquer situação inovadora me faz pensar que preciso me adequar rapidamente as mudanças e procuro meios para que isso aconteça, por isso estou aqui neste curso e em outros mais que participarei intensa e ativamente ao longo de minha carreira. Já dizia Motessori - a educação é para a vida e por toda a vida.
Definitivamente, vivemos em um mundo em mudanças e estas não causam em mim um efeito paralizante nem tampouco me assustam, pelo contrário, me fazem me sentir viva e saber que sempre é hora de aprender.

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